XVII Governo Constitucional

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Redes de Nova Geração trazem revolução nas comunicações e criam 25 mil empregos 

 
2009-05-25
 

As Redes de Nova Geração representam uma revolução nas comunicações. O Governo e os operadores de comunicações assinaram em Janeiro de 2009 o compromisso de possibilitar o acesso a um milhão de portugueses a estas redes de elevado débito de informação, até 2010. Entre estes estão todas as escolas básicas, secundárias, politécnicas e universitárias, os hospitais e centros de saúde, os serviços de justiça, os museus e as bibliotecas. Com os trabalhos já em curso, o investimento, que ronda os mil milhões de euros, vai criar 25 mil novos empregos.

No arranque dos trabalhos instalação da rede de fibra óptica da PT em Matosinhos ,o Primeiro-Ministro salientou a importância do projecto para a competitividade de Portugal. «Um pouco por todo o mundo os países vão apostar nas redes de nova geração e nós queremos ser dos primeiros a construir essa infra-estrutura. Isso é absolutamente fundamental para a competitividade de Portugal, mas é absolutamente fundamental neste preciso momento, porque dá oportunidades de negócio a muitas empresas e dá oportunidades de emprego a muitos portugueses», afirmou José Sócrates.

«Quando pensámos no Plano Tecnológico estávamos a pensar em projectos como este, em dotar o País de uma infra-estrutura tecnológica que permita que empresas, serviços públicos e cidadãos em geral tenham acesso a banda larga de alta velocidade», referiu o PM.

Os investimentos programados pela Sonaecom, Zon e PT no âmbito do protocolo assinado com o Estado português fazem de Portugal «um dos países que mais vai investir em redes de nova geração» no mundo. Estes investimentos, além de serem «muito volumosos, arrastam consigo variadas empresas, todas elas a prestarem serviços de alta qualidade e da maior importância para que Portugal seja um país competitivo», acrescentou.

José Sócrates apontou a Cabelte como bom exemplo de uma empresa que vai aproveitar esta oportunidade, através da parceria estratégica que estabeleceu com a PT para fornecer os cabos para a rede de fibra óptica que esta está a instalar em todo o País. A produção e instalação das redes de fibra óptica, além de ser «uma oportunidade para as empresas portugueses crescerem», vai permitir-lhes reforçar a sua internacionalização: «O mercado de fibra óptica é um mercado que vai crescer em Portugal, mas vai crescer também na Europa e no mundo e temos que ter as nossas empresas preparadas para se internacionalizarem e de venderem ao estrangeiro serviços com mais valor acrescentado».

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